quarta-feira, 2 de novembro de 2011

As Dez Pragas do Egito- Parte 5.2

VII- Evidências da travessia do Mar.
 
Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o SENHOR fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as águas foram partidas.
Êxodo 14:21
Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o SENHOR fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as águas foram partidas.
Êxodo 14:21

    A região do oriente médio está constantemente sujeita  a ventos intensos. Após vagar pelo país os israelitas foram conduzidos a se afastar das fortalezas egípcias do império egípcio-asiático e se dirigiram para praia do Golfo Aquaba.
    Oceanógrafos atestam que cerca da metade do século XV antes de Cristo, um lago, o lago Balá desapareceu subitamente. Uma poderosa crítica a travessia do mar é a distância que os israelitas teriam que atravessar é impossível de ser feita em algumas horas. As primeiras dificuldades são ocasionadas na tradução, o termo Yam Suph traduzido como Mar Vermelho quer dizer mar de junco, ou pantanal, tradicionalmente se pensa que o monte sinai se localiza na península do Sinai. Não há junco no mar morto nem no seu braço o golfo de Suez o que torna essa rota incorreta.
    Porém a distância do Egito para a Arábia é reduzida a cerca de oito milhas em uma parte do Golfo Aquaba. Nessa exata parte uma ponte natural a cerca de 100 metros de profundidade liga as duas praias. Esse golfo não é uniforme, graças ao vento a água da parte mais rasa foi empurrada para a parte mais funda, fazendo desaparecer um de seus lagos e aparecer a passagem de centenas de metros de largura no fundo do mar, que expôs uma formação rochosa, um espigão que sustentou a água formando dois muros no fundo do mar.

        

    Nessa passagem foram encontradas recentemente as rodas da carruagem do Faraó Ramssés de 4, 6 e 8 raios:

    

    As carruagens do Faraó foram introduzidas no Egito no tempo dos Hicsos, as rodas de ouro resistiram a corrosão e juntamente com costelas humanas encontradas e preservadas pelos recifes de corais, essas rodas foram atribuídas a carruagem do Faraó no tempo de Amenotep II e exatamente a décima oitava dinastia dos Faraós como as outras evidências arqueológicas e a cronologia bíblica apontavam. As costelas e outros ossos humanos absorveram minérios e foram preservadas por causa dos corais como aponta a Universidade de Estocolmo, no museu britânico há uma carruagem com rodas idênticas as que foram encontradas.
Então cantou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao SENHOR, e falaram, dizendo: Cantarei ao SENHOR, porque gloriosamente triunfou; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro.



O SENHOR é a minha força, e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus, portanto lhe farei uma habitação; ele é o Deus de meu pai, por isso o exaltarei.



O SENHOR é homem de guerra; o SENHOR é o seu nome.



Lançou no mar os carros de Faraó e o seu exército; e os seus escolhidos príncipes afogaram-se no Mar Vermelho.

Êxodo 15:1-4
    
    A destruição dos exércitos do Faraó se deu por conta de uma rápida mudança dos ventos, o mesmo fenômeno aconteceu na época em que Napoleão estava no lugar, seus engenheiros calcularam de forma errada o tempo que teriam para atravessar o que quase custou a vida de toda sua tropa.